A privatização da Eletrobras agora é a bola da vez dos neoliberais. Não se admirem pois essa ideia, muito provavelmente, já vinha sendo amadurecida e articulada desde a derrubada da Presidente Dilma Rousseff. O mais espantoso, no entanto, é que lendo e relendo, vendo e revendo os noticiários na TV ou na internet, através de blogs independentes, a chamada empresa livre que esta a cada dia se tornando a fonte de informação mais confiável do país, não se vê uma justificativa plausível pra uma iniciativa tão contrária aos interesses da soberania brasileira.
A Eletrobras não tem que ser uma empresa com lucros exorbitantes. A Eletrobras tem que ser uma empresa que cresce e gera emprego, iluminando caminhos e transportando energia para as cidades Brasil a dentro. A Eletrobras tem que ser sim uma empresa de controle do setor elétrico, que é um setor estratégico e de extrema importância pra o desenvolvimento econômico do país, simples assim.
A ambição de alguns políticos que usam o cargo eletivo como se fosse um documento de propriedade e permissão para venda da coisa pública é que é o grande problema.
A venda da Eletrobrás não estaria sendo discutida se o sistema brasileiro não permitisse que políticos podessem negociar, através do seu voto a entrega do patrrimônio público ao setor privado e isso sim é um assunto que deveria estar sendo discutido na reforma política, que caminha para o lado oposto aos interesses do povo.
Agora minha opinião sobre o assunto:
Quando algo dá prejuízo não se vende, se doa
Quando algo dá prejuízo não tem aumento exorbitante na bolsa de valores ao ser anunciado a sua venda.
Se há aumento na bolsa de valores é porque há grandes interesses na compra.
se há grandes interesses na compra é porque dá lucro
Veja dois vídeos de Senadores com opiniões pró e contra a venda do controle da Eletrobras:

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