Auxílio emergencial ou vacina?
Os dois.
Bolsonaro se pendurou na popularidade provocada por uma visão miopi de parte da população que acha que o auxílio emergencial é bondade do governo, e não uma necessidade diante da pandemia.
A batalha pela presidência das casas no congresso, a guerra imbeciológica (irresponsável e criminosa) das vacinas e o cenário de incertezas que se avizinha a partir do ano que chega, fora a especulação de um impedimento: o que, particularmente, eu acho pouco provável, cria um tabuleiro complicado, não é para amadores e sim para os espertos.
Auxílio emergencial ou não auxílio emergencial?
Tem dinheiro ou não tem dinheiro?
A desculpa esfarrapada de que é melhor comprar vacina do que prorrogar o benefício não cola por se tratar de pandemia, e pandemia é guerra, guerra biológica contra a vida das pessoas - nossas vidas - e portanto todo gasto com saúde para prevenir a população da morte é justificável, ainda mais num país onde se gasta trocentos dinheiro público para remunerar os bancos diariamente.
Se, o Não Auxílio Emergencial vai enfraquecer Bolsonaro, também vai enfraquecer o congresso e consequentemente os presidentes das casas, claro que num nível mais alto do conhecimento, nesse caso.
Lembrando que...: e aqui não tenho certeza, que a nova configuração das presidências do congresso pode ou não votar um novo auxílio, prorrogar ou estender..., qualquer coisa que o valha a pena, se o caldo engrossar.
O fato é que três meses sem auxílio e praticamente sem vacina vai ser muito complicado pro povo e pra toda classe política.
Por Aracati do Povo

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